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Corpo de Sebastião Vasconcelos
foi cremado hoje no Rio de Janeiro
Artista morreu de choque séptico, na noite de
segunda-feira (15).
Cerimônias de cremação e velório foram restritas a familiares e amigos.
Cerimônias de cremação e velório foram restritas a familiares e amigos.
O corpo do ator Sebastião Vasconcelos foi cremado no
Cemitério Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro, na Zona Portuária, por
volta de 15h desta quarta-feira (17), em cerimônia restrita a familiares e
amigos. O artista morreu aos 86 anos, na noite de segunda-feira (5), de choque
séptico."Ele deixa pra nós grande saudade e um grande legado por nos ter feito como familiares. Somos muito orgulhosos de fazer parte da família dele", declarou o sobrinho do ator, Ricardo Schafer.
Ele estava internado no Hospital Israelita Albert Sabin (Hias), na Tijuca, desde 30 de junho, em razão de uma pneumonia.
De acordo com a assessoria do Hias, o ator morreu
de choque séptico. Entre 25 de abril e 5 de junho, Vasconcelos esteve
internado no hospital.
O ator era conhecido por ter participado de novelas como "Tieta" (1989-1990), na qual interpretou Zé Esteves, pai da protagonista (Beth Faria). Em "Mulheres de areia" (1993), ele foi o pescador Floriano, pai das gêmeas Ruth e Raquel (Glória Pires). Também na TV Globo, da qual foi contratado até 2004, Vasconcelos atuou mais recentemente como Felício em "Cabocla" (2004).
De acordo com o site Memória Globo, foi Vasconcelos, inclusive, o protagonista da primeira adaptação para a TV de "Cabocla", romance originalmente escrito Ribeiro Couto. Na trama exibida em 1959 pela TV Rio, ele viveu Luís Jerônimo, par de Zuca (Glauce Rocha).
O ator era conhecido por ter participado de novelas como "Tieta" (1989-1990), na qual interpretou Zé Esteves, pai da protagonista (Beth Faria). Em "Mulheres de areia" (1993), ele foi o pescador Floriano, pai das gêmeas Ruth e Raquel (Glória Pires). Também na TV Globo, da qual foi contratado até 2004, Vasconcelos atuou mais recentemente como Felício em "Cabocla" (2004).
De acordo com o site Memória Globo, foi Vasconcelos, inclusive, o protagonista da primeira adaptação para a TV de "Cabocla", romance originalmente escrito Ribeiro Couto. Na trama exibida em 1959 pela TV Rio, ele viveu Luís Jerônimo, par de Zuca (Glauce Rocha).
Duas décadas depois, "Cabocla" rendeu uma
nova versão, desta vez na TV Globo. Esta versão foi estrelada por Fábio Jr. e
Glória Pires, atriz com quem o próprio Vasconcelos contracenou outras vezes,
como em "Memorial de Maria Moura" (1994). Em "Vale tudo"
(1988-89), ele foi Salvador, avô do personagem de Glória, Maria de Fátima.
'Rigoroso'
Vasconcelos nasceu em 1927 na cidade de Pocinhos (PB) e começou a carreira no Recife, como ator de teatro. Nos anos 1950, mudou-se para o Rio, onde prosseguiu trabalhando nos palcos.
Vasconcelos nasceu em 1927 na cidade de Pocinhos (PB) e começou a carreira no Recife, como ator de teatro. Nos anos 1950, mudou-se para o Rio, onde prosseguiu trabalhando nos palcos.
Na versão original de "Saramandaia",
exibida pela TV Globo em 1976, o ator interpretou o coronel Tenório Tavares.
Outros trabalhos de destaque foram "A casa das
sete mulheres" (2003), "O clone" (2001) e a segunda versão de
"Selva de pedra" (1986), como o pai de Tony Ramos. O Memória Globo descreve o personagem
de Vasconcelos como "um homem rigoroso". É um tipo de papel que
acabaria marcando a sua carreira. Ele esteve também em "Bebê a bordo"
(1988-89), nas minisséries "Grande sertão: Veredas" (1985) e
"Riacho doce" (1990), "Felicidade" (1991-92), "Anjo de
mim" (1996-97) e "Corpo dourado" (1998). Atuou ainda nas novelas
“Caminhos do Coração” (2007) e “Os Mutantes – Caminhos do Coração” (2008),
exibidas pela Rede Record.
No cinema, Sebastião Vasconcelos trabalhou em
produções como "Índia, a filha do Sol", de Fábio Barreto, e com
destaque em "Inocência" (1983), adaptação do romance homônimo escrito
por Visconde de Taunay. O papel de Martinho Pereira lhe rendeu o troféu
Candango de melhor ator coadjuvante no Festival de Brasília.
No teatro, ganhou o prêmio Molière de melhor ator
com a peça "Os emigrados", de Slawomir Mrozek.
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