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Após superlotação em maternidade na PB, Saúde anuncia providências
Readequação de salas para aumentar atendimento é
uma das medidas.Superlotação na maternidade do Isea foi filmada por funcionários.
Após imagens feitas por funcionários
mostrarem superlotação com atendimentos sendo
realizados em sofás e nos corredores do Instituto de Saúde Elpídio de Almeida
(Isea), a Secretaria da Saúde de Campina Grande anunciou medidas para resolver
os problemas do hospital. Uma reunião realizada na noite de terça-feira (16),
ficou estabelecido que, “em curto espaço de tempo”, o Isea irá readequar salas
da maternidade para ampliar os espaços de atendimento e reorganizar os 117
leitos.
A decisão foi tomada entre a direção da
maternidade, a secretária da Saúde, Lúcia Derks, e consultores da pasta. Ficou
decidido também que, ainda neste mês de julho, a Secretaria da Saúde de Campina Grande vai abrir a Casa da
Mãe, um local onde as mães que prcisarem tomar medicação após o parto ou
acompanhar filhos em UTIs fiquem hospedadas para evitar a superlotação no
hospital. A Casa da Mãe vai ficar em uma casa alugada pela prefeitura, próximo
à maternidade.
Na reunião, Lúcia Derks explicou que o problema de
superlotação acontece nos fins de semana, quando duas maternidades da região
não dispõem de médicos obstetras para a realização de partos. Segundo a
secretária, mesmo sendo conveniadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), a falta de
médicos nessas maternidades acaba superlotando o Isea.
Até o fim deste mês também será implantado um sistema de classificação
de risco no ISEA para melhorar o acolhimento às gestantes que utilizam os
serviços. Além disso, a Secretaria de Saúde ainda vai realizar um estudo de
viabilidade para criação de uma maternidade escola no Hospital Pedro I, em
parceria com instituições de ensino superior. A ideia é desafogar os
atendimentos no ISEA que, de janeiro a maio deste ano, já realizou 3.175
partos.
“Como a maternidade é referência para o atendimento
às gestantes de alto risco, parte dos leitos do ISEA ocupados para estes
procedimentos de alto risco são ocupados por um período que pode variar de
quinze a trintas dias, por isso a importância de discutir a possibilidade de
termos um novo serviço no município para realização de partos de risco
habitual, cujo tempo de permanência nos leitos é de 48 horas”, explicou Lúcia
Derks.
Entenda o caso
Em imagens realizadas por funcionários do Instituto de Saúde Elpídio de Almeida (Isea) de Campina Grande, foram flagrados atendimentos sendo realizados em corredores e partos acontecendo em sofás na maternidade referência em atendimento público na região Agreste da Paraíba. De acordo com o Ministério Público, foi aberto procedimento para investigar o caso e apurar os responsáveis.
Em imagens realizadas por funcionários do Instituto de Saúde Elpídio de Almeida (Isea) de Campina Grande, foram flagrados atendimentos sendo realizados em corredores e partos acontecendo em sofás na maternidade referência em atendimento público na região Agreste da Paraíba. De acordo com o Ministério Público, foi aberto procedimento para investigar o caso e apurar os responsáveis.
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