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Em uma sessão, o Tribunal de Contas do
Estado da Paraíba (TCE-PB) emitiu pareceres contrários contra três ex-prefeitos
que, juntos, terão de ressarcir quase R$ 1,3 milhão aos cofres públicos de suas
cidades.
O ex-gestor de Riacho de Santo Antonio,
José Roberto de Lima, terá de devolver R$ 730 mil em decorrência de pagamentos
não comprovados ao INSS, diferença no saldo do Fundeb e disponibilidade
financeira irregular. A decisão do relator do processo, auditor Antonio Claudio
Silva Santos, cabe recurso.
Já o ex-prefeito de Santa Inês,
Adjefferson Kleber Vieira Diniz, teve as contas referentes ao ano de 2011 da
cidade reprovadas e o TCE-PB imputou um débito de R$ 370 mil em decorrência da
reprovação. O relator do processo, conselheiro Fernando Catão, ainda cobrou do
ex-gestor por aplicações irregulares na Saúde, e por remuneração e valorização
do magistério abaixo do limite constitucional. O caso também tem a
possibilidade de recurso.
Já o ex-prefeito de Lagoa Seca, Edvardo
Herculano de Lima, ainda terá de pagar para os cofres públicos, em relação a
despesas não comprovadas, o montante de R$ 193,9 mil. Lima apresentou um
recurso em que comprovava parte do débito anterior, que era de R$ 600 mil.
Aprovações
Foram aprovadas as contas de 2012 da
Procuradoria Geral de Justiça, as do exercício de 2011 encaminhas pelos
ex-prefeitos de Areia (Elson da Cunha Lima Filho), Caturité (José Gervásio da
Cruz) e, ainda, pela atual prefeita de Nova Olinda (Maria do Carmo Silva).
Também, as das Câmaras Municipais de Teixeira, Pedra Branca, Soledade, Belém
(exercício de 2011) e Damião (2012).
A pauta de julgamentos conteve
processos que, em sua totalidade, envolveram recursos da ordem de R$
990.161.754,37. Participaram da sessão plenária os conselheiros Umberto Porto
(que conduziu os trabalhos em razão de viagem do presidente Fábio Nogueira),
Nominando Diniz, Fernando Catão, Arthur Cunha Lima e André Carlo Torres Pontes.
Também, os auditores Antonio Cláudio Silva Santos, Antonio Gomes Vieira Filho,
Oscar Mamede e Renato Sérgio Santiago Melo. O Ministério Público esteve
representado pela procuradora Isabella Barbosa Marinho Falcão.
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