segunda-feira, 21 de setembro de 2015

CÁSSIO E RICARDO TROCAM FARPAS PESADAS

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Cássio: A "ética" do medo e da intimidação não pode tudo.


Ricardo Coutinho tem uma mesma e recorrente prática. Quando não pode se contrapor a uma denúncia, tenta desqualificar o denunciante. Quando não pode negar um fato, apenas mente como o fez no episódio do desaparecimento de inquérito policial sobre propinas para secretários e familiares.

Ataca instituições e pessoas,  quando não pode cooptá-las. Persegue servidores, adversários e jornalistas no limite do desvario,  pra intimidar uns e silenciar a todos. Recentemente, estipulou preço para deputados e lideranças políticas. Essa régua não me mede. Não estou nem jamais estive à venda. Ataques e perseguições não me dobram nem me calam. Se a Imprensa nem soube das ofertas privadas de dinheiro, registra, no entanto, o oferecimento de vantagens políticas de toda ordem. São fatos públicos e históricos. O medo e a tirania até silenciam o presente, mas não conseguem mudar o passado. Ricardo Coutinho também não o conseguirá. 

Por medo de uns, acomodação de outros ou omissão de muitos, o Governo do Estado tem conseguido anular o debate sobre graves questões administrativas, como a explosão da insegurança no Estado, a grave omissão em relação à seca, que já dura quatro anos ou ao sucateamento de serviços ou de instituições tão essenciais como a UEPB. 

Felizmente nem todos se omitem ou se intimidam. Por isso avançam na Justiça processos como o do Jampa Digital ou os que descrevem o que Ricardo Coutinho fez para ganhar as eleições de 2.014. Esses processos não mostram tudo, tal a utilização criminosa da máquina e de recursos públicos nas eleições. Mas alimentam a esperança de que, cedo ou tarde, até os maiores engodos são desmascarados. 


RC revela intenção de desmascarar Cássio e diz que tucano estava “desesperado para pagar faturas de Olavinho”

Continua a troca de farpas entre o senador Cássio Cunha Lima (PSDB) e o governador Ricardo Coutinho (PSDB). Após o tucano afirmar que não “está à venda”, o socialista disse que o seu adversário passou o primeiro mandato dele desesperado por dinheiro para pagar faturas que dizia ser de Olavinho, uma referência ao caso do “dinheiro voador” do caso Concorde:
Confira a nota na íntegra:
Passei o meu primeiro mandato inteiro com esse senador desesperado para pagar faturas que dizia ser de Olavinho. Talvez por isso, na pré-campanha, Além da vaga de Vice, da defesa de um legado de uma gestão inoperante, como foi a dele, queria algo “não republicano”, no dizer de um dos interlocutores. Como eu queria desmascara-lo, não teve nenhuma dessas coisas. Repito: a PB sabe que não dou dinheiro a político algum, principalmente a vagabundo. Tenho mais coisas a fazer. Diferentemente dele, fui eleito para trabalhar”.
Blogdogordinho

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