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Cássio: A "ética" do
medo e da intimidação não pode tudo.
Ricardo Coutinho tem uma mesma e recorrente prática. Quando não
pode se contrapor a uma denúncia, tenta desqualificar o denunciante. Quando não
pode negar um fato, apenas mente como o fez no episódio do desaparecimento de
inquérito policial sobre propinas para secretários e familiares.
Ataca instituições e pessoas, quando não pode cooptá-las.
Persegue servidores, adversários e jornalistas no limite do desvario, pra
intimidar uns e silenciar a todos. Recentemente, estipulou preço para deputados
e lideranças políticas. Essa régua não me mede. Não estou nem jamais estive à
venda. Ataques e perseguições não me dobram nem me calam. Se a Imprensa nem
soube das ofertas privadas de dinheiro, registra, no entanto, o oferecimento de
vantagens políticas de toda ordem. São fatos públicos e históricos. O medo e a
tirania até silenciam o presente, mas não conseguem mudar o passado. Ricardo
Coutinho também não o conseguirá.
Por medo de uns, acomodação de outros ou
omissão de muitos, o Governo do Estado tem conseguido anular o debate sobre
graves questões administrativas, como a explosão da insegurança no Estado, a
grave omissão em relação à seca, que já dura quatro anos ou ao sucateamento de
serviços ou de instituições tão essenciais como a UEPB.
Felizmente nem todos se omitem ou se intimidam. Por isso avançam
na Justiça processos como o do Jampa Digital ou os que descrevem o que Ricardo
Coutinho fez para ganhar as eleições de 2.014. Esses processos não mostram
tudo, tal a utilização criminosa da máquina e de recursos públicos nas
eleições. Mas alimentam a esperança de que, cedo ou tarde, até os maiores
engodos são desmascarados.
RC revela intenção de desmascarar Cássio e diz que tucano estava
“desesperado para pagar faturas de Olavinho”
Confira a nota na íntegra:
Passei o meu
primeiro mandato inteiro com esse senador desesperado para pagar faturas que
dizia ser de Olavinho. Talvez por isso, na pré-campanha, Além da vaga de Vice,
da defesa de um legado de uma gestão inoperante, como foi a dele, queria algo
“não republicano”, no dizer de um dos interlocutores. Como eu queria desmascara-lo,
não teve nenhuma dessas coisas. Repito: a PB sabe que não dou dinheiro a
político algum, principalmente a vagabundo. Tenho mais coisas a fazer.
Diferentemente dele, fui eleito para trabalhar”.
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