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Uma quadrilha formada por cinco criminosos explodiu um posto de
atendimento avançado do Banco do Brasil, na cidade de Caturité, no Cariri do
Estado, durante a madrugada desta quarta-feira. A ação do bando foi frustrada e
os bandidos fugiram sem conseguir levar dinheiro, porque não conseguiram
atingir as gavetas de metal, onde ficam as cédulas. Na fuga, os assaltantes
trocaram tiros com a polícia e após o confronto, eles conseguiram fugir a pé,
por uma estrada vicinal.
O veículo foi encontrado pelos policiais, abandonado em comunidade rural
e no interior dele continham materiais explosivos e ferramentas que seriam
usados para atacar bancos. Com esse caso, sobe para 95 o número de ataques a
banco somente este ano na Paraíba, dos quais, 35 são explosões. Os dados São do
Sindicato dos Bancários.
De acordo com o comandante da 3ª Companhia Independente de Polícia
Militar (3ª CIPM) de Boqueirão, major João Batista Guimarães, a ação criminosa
aconteceu por volta das 2h, quando o bando invadiu a cidade, instalou as
dinamites no único caixa eletrônico que existe no estabelecimento bancário.
Eles utilizam ferramentas como pé de cabra e alavanca, para arrombar o
portão principal do posto de atendimento do Banco do Brasil.
Com a explosão, o local ficou parcialmente destruído. “Quando a polícia
foi acionada, duas viaturas foram para Caturité e no sitio Curralinho, menos de
três quilômetros da cidade,, se depararam com os bandidos que estavam em um
veículo modelo Corsa. Houve confronto porque os bandidos atiraram contra as
viaturas e os policiais revidaram.
Após o tiroteio, os cinco bandidos entraram em um matagal, deixando o
carro no local. Durante vistoria no veículo, encontramos uma dinamite, e
ferramentas, como pé de cabra e marretas
que sem dúvidas iriam ser usados em outras ações criminosas”, explicou o
comandante.
As imagens das câmeras do circuito interno de segurança do posto do
Banco do Brasil serão usadas na investigação da Polícia Federal (PF), para
identificar os criminosos. “Já é a segunda vez este ano que esse posto é alvo
dos bandidos. Na primeira vez, foi frustrada também. Pode ser que se trate de
mais uma ramificação das quadrilhas que explodem bancos na região”, frisou o
major Guimarães.
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