quinta-feira, 5 de setembro de 2013

DEPOIS DO BRADESCO EXPLODIRAM O BB DE CATURITÉ

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Uma quadrilha formada por cinco criminosos explodiu um posto de atendimento avançado do Banco do Brasil, na cidade de Caturité, no Cariri do Estado, durante a madrugada desta quarta-feira. A ação do bando foi frustrada e os bandidos fugiram sem conseguir levar dinheiro, porque não conseguiram atingir as gavetas de metal, onde ficam as cédulas. Na fuga, os assaltantes trocaram tiros com a polícia e após o confronto, eles conseguiram fugir a pé, por uma estrada vicinal.
O veículo foi encontrado pelos policiais, abandonado em comunidade rural e no interior dele continham materiais explosivos e ferramentas que seriam usados para atacar bancos. Com esse caso, sobe para 95 o número de ataques a banco somente este ano na Paraíba, dos quais, 35 são explosões. Os dados São do Sindicato dos Bancários.
De acordo com o comandante da 3ª Companhia Independente de Polícia Militar (3ª CIPM) de Boqueirão, major João Batista Guimarães, a ação criminosa aconteceu por volta das 2h, quando o bando invadiu a cidade, instalou as dinamites no único caixa eletrônico que existe no estabelecimento bancário.
Eles utilizam ferramentas como pé de cabra e alavanca, para arrombar o portão principal do posto de atendimento do Banco do Brasil.
Com a explosão, o local ficou parcialmente destruído. “Quando a polícia foi acionada, duas viaturas foram para Caturité e no sitio Curralinho, menos de três quilômetros da cidade,, se depararam com os bandidos que estavam em um veículo modelo Corsa. Houve confronto porque os bandidos atiraram contra as viaturas e os policiais revidaram.
Após o tiroteio, os cinco bandidos entraram em um matagal, deixando o carro no local. Durante vistoria no veículo, encontramos uma dinamite, e ferramentas,  como pé de cabra e marretas que sem dúvidas iriam ser usados em outras ações criminosas”, explicou o comandante.
As imagens das câmeras do circuito interno de segurança do posto do Banco do Brasil serão usadas na investigação da Polícia Federal (PF), para identificar os criminosos. “Já é a segunda vez este ano que esse posto é alvo dos bandidos. Na primeira vez, foi frustrada também. Pode ser que se trate de mais uma ramificação das quadrilhas que explodem bancos na região”, frisou o major Guimarães.


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